quarta-feira, 17 de abril de 2013

2 anos e 4 meses


Aos que dizem que o Fernando tem a cara do pai, vou dizer algumas características minhas presentes nele: boa memória, falador, canhoto, bem humorado (mas se estiver de mal humor, fique longe).
O repertório da escola é evidente: “bom dia sol”, “vamos fazer uma atividade?”, “vamos contar uma história? Era uma vez...”
A rotina continua basicamente a mesma, bem regrada e regular. Isso inclui ir ao Parque nos finais de semana com tempo bom, brincar na areia, fazer o circuito dos brinquedos (balanço, gangorra, escorregador), a trilha para ir ao banheiro, mais areia e uma água de côco para encerrar a manhã.
Mesmo com nova mudança de professor na natação, ele agora se diverte na água por conta própria. Com os óculos, ele fica com o rosto dentro da água e se desliga de tudo! Só tira o rosto da água para renovar o fôlego.
As brincadeiras em casa: brincar de roda e empilhar cubos.
O encanto dos passeios: caminhão de lixo, betoneira, caminhão basculante, caminhão tanque, caminhão de mudança, trator, retroescavadeira, guindaste e o amigo do trator (que faz buraco no chão – para procurar minhoca e tatu). O passeio se estende até o corpo de bombeiros, com direito a ver um deles descendo pelo poste!
Fora isso, gostaria de registrar algumas referências e associações:
Girafa

Macaco

Pitanga

Guaxinim

Joaninha



Cubos de empilhar
O do topo é o feijão!



Papai Noel
Por um tempo, era o Batman. Depois, entendeu: o Surdo! Finalmente corrigiu: o Zurg.



Barbie e Barbie. Depois, corrigiu: Barbie e Ken.

Muitas Barbies!


Bom dia, sol!



Fotos do mês
Vamos brincar com os cubos!
Uma pilha de cubos!



Nossa, Fernandinho, que castelo maravilhoso! (dizendo a si mesmo)

Agora mais um...
Tchan-ran! Agora uma pausa para eu comer um fruta.



Brinquedos muito queridos. Eu que montei a Sra. Cabeça de Batata.



Acordando...



Acordado!




Mal sabia que seria minha última mamadeira durante o dia...

segunda-feira, 4 de março de 2013

1 mês de escola, 2 anos e 3 meses de vida!



Neste último mês, definitivamente as mudanças na rotina e no comportamento se relacionam à escola.
Como havíamos cogitado matricular o Fernando com 1 ano e meio da escola e sabendo que as férias de julho são curtas, em janeiro de 2012 visitamos quase todas as escolas do bairro. Desta vez, fomos direto àquela com a melhor relação custo-benefício para nós e estamos satisfeitos.
Depois do que foi a transição do Fernando na piscina, baixei a expectativa de que tudo pudesse ser tranquilo na escola. Na última semana de janeiro ele ainda nadou pela manhã (2ª e 4ª) e nos outros 3 dias, foi para a escola, ainda em programação de férias: na 3ª ele ficou até a hora do lanche. Para não dizer que foi “liso”, ele chorou na hora de guardar a lancheira “é minha!” – protestou quando a tia propôs guardar, mas logo entendeu que era para poder brincar no parquinho e foi tudo bem! Foi embora chorando: "não qué emboia, qué bincá no paquinho"! Na 5ª, foi feliz, brincou e ficou um pouco mais além do lanche, para não achar que a escola se reduz a brincar, tomar lanche e voltar para casa (seria bom não?); novamente foi embora sob protestos. Na 6ª ficou a manhã toda. Não chorou - nem para ir nem voltar para casa.
4 de fevereiro foi o início oficial das aulas. Foi bem, exceto no dia em que choveu e não teve parquinho. Chorou e não se conformou em ficar na sala de aula. Fomos busca-lo mais cedo...
Desde o 1º dia na escola foi de cueca e nas primeiras semanas o uso correto do banheiro foi bem inconsistente. Nessas duas últimas semanas, voltou com a mesma roupa – suja, mas não de xixi ou cocô! Várias vezes ele volta com outra camiseta.
No 1o final de semana, teve febre, mas passageira. Boas vindas oficiais à escola!
Como na natação, ele estranhou cada troca de tia: a da adaptação foi uma; com o início das aulas, foi outra, mas em fim de gravidez; após o Carnaval, voltou para a da adaptação por uma semana; finalmente está com outra, com quem ele está habituado.
A turma é pequena, a escola é pequena. Tivemos reunião dos pais na semana passada e já vimos os primeiros trabalhos dele: pintura com guache, colagem de papel crepom, desenhos com giz de cera, com canetinha... mas definitivamente, fora o parque, a atividade preferida é brincar de massinha.
Como comentou feliz, resolvi abrir a que minha mãe deu no Natal. Que felicidade! Demorou um pouco para ele entender que só pode na escrivaninha, mas agora entende bem (apesar de ter rejunte colorido em tudo quanto é piso da casa). Aprendeu a fazer cobrinha, biscoito e bolinha. Com isso, aprendeu o que é “de mentirinha” – serve para o biscoito de massinha, que não pode comer; e serve para o choro – ele espreme os olhos, faz um barulho e diz “ai que choio de mentirinha”.
Incorporando hábitos da escola: adaptamos as refeições na escrivaninha, com o guardanapo da lancheira na hora de comer. Cueca o dia todo, exceto na soneca da tarde e sono da noite. Lanche no meio da manhã nos finais de semana. Brincadeira de massinha e pinturas (já quebrou o giz que comprei...) – só na escrivaninha! Hoje, ao acordar, ele disse: Bom dia, sol!
E a partir desta 4ª-feira, a escola vai mandar sempre 1 livro, para ficar até 2ª-f.
Também há um reforço mútuo em relação a “por favor”, “obrigada”, “de nada”.
Com o calor e a manhã de atividades, a soneca da tarde é quase sempre certa. Com ou sem natação, à noite ele vai para o berço entre 20:30 e 21h. Se não dorme à tarde, entre 19:30 e 20h ele vai para a cama, sem reclamar. E no final de semana, tentamos manter os mesmos horários.
O estímulo para encerrar o banho continua sendo o secador. Repare na foto, como ele fica à vontade. Ao deitar, ele cruza a perna como na foto. Me fez lembrar de uma conversa com a D. Con: em quê o Fernando lembra o pai? Jeito de andar, traços e o jeito de deitar; bem pequenininho eu me lembro de entrar no quarto e encontrá-lo deitado, igualzinho o pai! Tenho certeza de que isso chamaria a atenção dela no neto também.
Está bem falante, brinca narrando o que faz: você isso, você aquilo... ou o Fernando isso, o Fernando aquilo... conta a história dos desenhos preferidos: Toy Story (1, 2 e 3), Sem Floresta, Vida de Inseto, Mickey.
Na natação, a professora tem outro estilo, mas desafia bem o Fernando, e tem mais crianças, mas ele se adaptou bem, com direito a cair da plataforma, subir e descer várias vezes até conseguir se virar sozinho e encontrar apoio. A fase agora é de adaptação aos óculos – aproveitei hoje para presenteá-lo. Com o aniversário do papai, ele ‘mereceu’ ganhar um presente também!

Caminhando para a escola

Chegamos na escola!

Experimentando frozen yogurt. Foi a mesa cara quando provou picolé. Gelaaado!
Minha máscara de Carnaval! A tia disse que me encantei com a serpentina.


Tchau cachinhos dourados...

Hora de comer fruta. (guardanapo na escrivaninha da Tia Cema)

Delícia!

Vou secar os cabelos. Um, dois, sete, dez!
Agora, toninho e escovar os dentes.

Quero ajudar a abrir o presente do papai!

Abrindo meu presente, de olho no presente do papai.

Ah, o presente do papai é mais legal... (ai que choinho)


Agora sim, meu presente novo!

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

2 anos e 2 meses



            Bem humorado ao acordar pela manhã, já faz um tempo que ele se levanta e nós acordamos com o barulho das brincadeiras ou dele tentando abrir a porta do quarto ou, pior, dele jogando o ventilador no chão para ter espaço para abrir a janela.
            Assim começa um novo dia da nossa rotina. Toma o leite, às vezes come alguma coisa e logo quer ver TV, exceto nos dias que tem piscina. Desde o início deste ano, ele vai feliz e se diverte na aula.
          Ir para a escola de natação também significa tomar banho de chuveirinho, usar secador de cabelo, usar um tronão diferente. E, recentemente, consertaram o troninho do banheiro das crianças. Ótimo! Às vezes saio de casa para leva-lo até lá só para fazer xixi!...
             Ir ao banheiro é imprevisível. Às vezes ele vai numa boa; outras vezes, foge, pula, quase cai lá dentro (porque não quer usar o redutor de assento).
            Ele definitivamente se apropriou da palavra “não”. Antes, era um comando, que ele obedecia bem. Agora, é também uma resposta possível para qualquer solicitação que fazermos a ele.
“Não!”, diz com a voz aguda, virando o rosto, com cara de travessura. Se aumentamos a pressão, aumenta a tensão e o “não” pode ser seguido por fuga, gritos e choro... mas faz parte e não aceitamos o “não” dele como comando.
          Porém, fizemos 2 concessões que não me agradam muito, mas é o que tem funcionado: 1) refeições assistindo TV. Isso não podemos condenar porque fomos criados assim. Quando está com fome, come bem e em qualquer lugar, mas quando é mais por causa do horário do que por causa da fome, ele fica bem mais disperso; vendo TV pelo menos ele fica parado. 2) dar uma voltinha de carro após o almoço. É o indutor de sono; quando tinha chupeta, ele ia para o berço numa boa na hora da soneca. De uns tempos para cá, já prefere ficar acordado, mesmo quando está visivelmente cansado e até irritado.
- Quer dormir?
- Não! (aquele nãozinho agudo)
- Quer passear de carro? Ele arrasta um banco e sobe até os ganchos onde penduramos as chaves, pega a do carro e corre para a garagem. E na esquina, pumba... adormece. Vez ou outra demora um pouco mais, mas acaba dormindo. Resultado: quando acorda, não sabe onde está e sempre fica meio injuriado: hei, onde estou? Como vim parar aqui? Às vezes, está mais manhoso; outras, mal-humorado mesmo. Mas acaba passando.
           O banho voltou a ser de banheira. Ele mesmo pega e põe debaixo do chuveiro. Sempre tenho que arrumar algo sedutor para tirá-lo do banho: a mamadeira, se despedir do pessoal do dojo, a toalha nova etc. A mais nova sedução é meu secador de cabelos. Nunca uso, mas mostrei para ele e ele saiu imediatamente do banho! Para não criar novo problema, assim como na escola de natação, os secadores de cabelo só podem operar por 10 segundos; depois, ficam muito quentes e estragam. Ele mesmo conta: um, dois, sete, dez! Corrijo a contagem em outras ocasiões.
          Depois da mamadeira da noite, ele mesmo pega a escova de dentes, escova, me entrega abrindo o bocão (vez da mamãe escovar), limpa a boca, me dá um abraço, um beijo  e sobe no berço sozinho - “um abaaaço, um beeejo, uma cambota! [cambalhota]”
Fora da rotina, ele se divertiu muito em Avaré. Fomo no feriado de 25 de janeiro. Foi uma oportunidade rara de brincar com um amigo – o Felipe. Foi uma delícia vê-lo se divertir tanto com tudo!
         Outra coisa que fazemos de vez em quando é bolo (de fubá, de côco, de cenoura) ou torta (de banana). Ele adora por a mão da massa. Dá um trabalhão deixa-lo participar, mas vale a pena.
          A grande novidade do mês foi a Escola. Isso, claro, merece um post à parte.

Na represa de Avaré com o amigo Felipe

Pescando na represa

O caseiro da casa pescou e me deixou mexer nos peixes

"Andando" de trator