sexta-feira, 10 de julho de 2015

Alê: 8-9 meses

É difícil resgatar esse passado recente sem misturar com o presente. No nosso caso porque há poucas mudanças. No caso dos bebês, é porque são tantas novidades que é difícil registrar tudo.
Ao acordar, o Alê logo se levanta e chora, pedindo que o tirem logo do berço. Quando entro no quarto, ele já está em pé, apoiado na grade do berço. Agora me dou conta de que é raro vê-lo dormindo. Isso porque decidimos parar de deixa-lo adormecer mamando. Assim, observando os sinais de sono e acertando o timing, ele vai para o berço ainda acordado e logo adormece. Às vezes ele só vira de lado e fecha os olhos. Outras vezes, se levanta imediatamente e começa a chorar, mas se está mesmo cansaço, acaba se sentando e depois, deita e dorme. E mais raramente, reconhecemos o erro e voltamos para pegá-lo, depois de muito choro e gritaria.
No início desse período ele ainda acordava uma vez durante a madrugada para mamar. Algo entre 1h e 3h. Às vezes, 3h ou 4h. Era impossível pensar em deixa-lo chorando, como a pediatra havia sugerido, sem que ele acordasse todo mundo mais a vizinhança. Ela dizia que ele acordava por hábito, não por fome, já que estava se alimentando bem.
Falando em alimentação, a adaptação foi super tranquila: na consulta de 17/abril recebemos orientações para o almoço. E, após uma semana de almoço, poderíamos introduzir o jantar. Ele se adaptou bem às papinhas de legumes com caldo de carne. Aceitou diversas combinações entre batata, mandioquinha, cenoura, abóbora, inhame, beterraba, chuchu, couve, espinafre, brócolis... aguardamos um pouco mais que uma semana para dar o jantar, que foi tranquilo também.
A dificuldade é fazê-lo se acalmar na hora das refeições. De tanto se agitar no cadeirão, mudamos para a cadeirinha que fica apoiada na mesa. Ele parece ter gostado de participar das refeições com toda a família!
Na consulta de maio, ele foi liberado para comer comida amassada e com grãos. Assim, introduzimos arroz integral e lentilha ou feijão. A carne moída também foi incorporada.
Em 21 de abril ele completou 8 meses. Celebrou na piscina de bolinhas, na festa da Marina!
Em 21 de maio ele completou 9 meses e por esses dias, com 2 incisivos superiores e mais um inferior.
Em 22 de maio ele mediu 71,5cm e pesou 8kg.

Perto do dia das mães ficamos todos gripados e suspendi a natação. Ele não melhorava e chegou a dormir no bebê conforto por uns dias, pois respirava melhor sentado do que deitado.
Muita nebulização – no começo, ele ficava bem; depois, já começava a espernear só de ver a máscara – mas ajudou bastante. Mesmo assim, só melhorou mesmo com anti-inflamatório.

Nesse período ele passou a se locomover melhor: engatinhava com firmeza, espalmando as mãos. Em pé, apoiando-se na parede e nos móveis, contorna a sala toda! Também aprendeu a subir e descer do sofá do espaço kids. E logo depois, a subir nos móveis ou empurrá-los, de modo de permanecer no espaço kids passou a ser uma escolha dele. Se não estivesse a fim de ficar lá, dava um jeito de sair!
Aprendeu a bater palmas, sempre com uma expressão feliz, como se entendesse a festa que fazíamos cada vez que ele dava seu show.
Também passou a ficar em pé sozinho, quase sem querer. Simplesmente ele estava segurando algo e resolveu pegar outro brinquedo. Sem perceber, estava em pé, sem apoio, já que as duas mãos estavam ocupadas.

Assim, o Alê vai descobrindo e desenvolvendo suas habilidades e eu me sinto uma privilegiada por acompanhar de perto tudo isso.

21/abril: 8 meses

26/abril: agora faço as refeições perto de todo mundo

27/abril: enquanto o Fernando está na escola, reino no espaço kids

28/abril: indo para a piscina

28/abril: hora boa!

29/abril: isso é duro e sem gosto...

4/maio: nebulização

5/maio: brincando (dedoches)
5/maio: beijo!

5/maio: olha os meus dentinhos
21/maio: olha os meus dentões


21/maio: 9 meses







quinta-feira, 9 de julho de 2015

O que é...?

É isso mesmo. Antes da tão falada fase dos porquês, tem a fase do ‘o que é’. É um desafio e tanto! Paciência e simplicidade são fundamentais nessa fase. A sequência de perguntas não tem fim. E as respostas tem que ser simples (na medida do possível).

- O que é dourado?
- É o amarelo que brilha.

- O que é Dinamarca?
- É um país.
- E o que é um país?
- É um pedaço do planeta Terra, onde as pessoas compartilham várias coisas.

- O que é ingrediente?
- O que é massa?
- O que é largo?
- O que é vizinho?
- O que é... o que é... o que é...

Pelo menos consegui um acordo, que também é um bom exercício de memória:
Vamos combinar: vou explicar uma vez. Depois, você vai ter que se lembrar da explicação, ok?
E não é que ele repete com as mesmas palavras?

Nesses dias, umas meninas da escola estavam brincando de cama de gato. Percebi que ele ficou olhando e comentei: sabe o que é aquilo? Uma brincadeira que se chama cama de gato.
- E o gato?

E a recíproca é verdadeira. Outro dia, contando história sobre um menino que perdeu a memória, perguntei:
- O que é memória?
- É um jogo que tem que achar a carta igual.
- Está certo. O nome do jogo é por causa da memória, um lugar no cérebro onde guardamos as coisas que aprendemos, as lembranças e até as emoções.

Sobre outro desenho animado, as pessoas fugiam de um barulho estrondoso. Apenas um personagem permaneceu onde estava, sem se incomodar com o barulho. Comentei:
- Acho que ele é surdo. Você sabe o que é surdo?
- É quem não se mexe.

No fim das contas, devo confessar que estimulo muito esta fase porque vivo perguntando:
-Você sabe o que é isso? (sejam objetos, palavras, alimentos, insetos etc.)


E ele tem um vocabulário e tanto! 

domingo, 3 de maio de 2015

7 meses (quase 8)

Permanecer sentado, nem pensar! O Fernando observou: olha, mãe, ele sabe fazer soldadinho! Igual eu faço no judô. Ele também faz rola tronco... parecia intrigado: como ele sabe, se não faz judô?!
E numa linda manhã, fui acordada com o chororô de quem não gostou de acordar sozinho. Quando fui vê-lo, ele estava sentado.
Hora de subir a grade do berço toda vez que ele dorme.
Passados alguns dias, a cena se repetiu, mas dessa vez, ele estava em pé! Segurando firmemente a grade, parecia entender que se soltasse, cairia. E pelo choro, já estava cansado e pedindo: me ajude, me tire daqui!
Decidi colocar protetores nas grades do berço, aproveitando que o calor mais intenso já passou.

Outra novidade: dentes. O primeiro par de incisivos inferiores apareceu logo após a consulta. Foi no dia 17 de março, quando fui limpar a gengiva e senti a serrinha. Só agora é um pouco mais visível quando ele ri, mas já dava para senti-los. E que força na mandíbula!

Liberado para comer frutas, resgatei o cadeirão. Ele logo se acomodou e rapidamente aprendeu a abrir a boca bem grande para banana, mamão, caqui, figo. Mais recentemente, tem provado cenoura, purê de batata, abóbora – mas ainda não fez uma refeição completa.
O suco parece ser mais difícil: tentamos no copo (aberto e com bico), na xícara, na colher e até no conta-gotas. No fim, temos nos rendido à mamadeira...
Recentemente, pensei se o estranhamento seria por causa da temperatura. Dei chá de camomila. Ele tomou.

De tanto se balançar, o cadeirão vai se distanciando da mesa. O mesmo acontece com o chiqueirinho. Ele se balança regularmente, para frente e para trás, com firmeza. Quando está no meu colo, bate a cabeça no meu tronco. E de repente, desliga. Não é raro eu segurá-lo antes de tombar de sono no chiqueirinho ou no cadeirão.

Mas estar acordado é mesmo o melhor da vida – pelo menos para ele. Eu ainda me pego sonhando com uma boa noite de sono; ou, pior, me pego acordando de um cochilo que me derrubou enquanto deveria vigiar as crianças.

Um dia, estávamos no espaço kids, Fernando e Alexandre, cada um concentrado em alguma brincadeira. Quando me dei conta, estava acordando e assustei: onde está o Alê? Fugiu do espaço kids! Estava no meio da sala, tentando alcançar o carro ou bichiclo do Fernando...

Agora não dá mais para vacilar. O Alê aprendeu a escalar móveis para ficar em pé. Ao se levantar, ri triunfante, sem perder o equilíbrio.
O momento é de tentar se conformar que tem apenas 2 mãos e 1 boca. Segura os objetos e quer escalar móveis ao mesmo tempo; fala, ri e quer colocar tudo na boca ao mesmo tempo. Me faz lembrar da fase em que o Fernando segurava brinquedos com a boca para engatinhar.
Não sei se o Alê vai engatinhar... ele já se locomove rapidamente (soldadinho); já fica em pé – e se diverte trançando as pernas, ensaiando os primeiros passos.

Outra boa nova: piscina. Na última consulta eu havia pedido atestado, mesmo sabendo que a academia não tem turma da idade dele. Conversei com o técnico e ele nos autorizou. A primeira tentativa foi dia 27 de março. Ele gritava, ria e se agitava todo! Fomos no horário das crianças de 3 a 6 anos. O Alê parece ter gostado da companhia de crianças maiores. Tem um bebê de 1 ano, que também vai com a mãe.
Depois de brincar com tudo que consegui me lembrar das aulas do Fernando no 1º ano de natação, voltamos para casa. Ainda acordado, foi para o berço, sem resmungar. Virou para o lado e dormiu por 2 horas!

A consulta do mês foi dia 17 de abril.
peso: 7630g

altura: 71cm

22/mar: brinquei até cansar

22/mar: entro ou não entro?

25/mar: o que será que tem para comer?

30/mar: surpresa!

30/mar: brinquei até cansar

31/mar: comi até cansar
1/abr: acabou a refeição?

6/abr: piscina




7/abr

11/abr: quero sair daqui
13/abr: me tira daqui...


15/abr: tem alguém aí?

17/abr: pose de executivo

21/abril: 8 meses, celebrados na festa da Marina






Aprendizado por repetição

e intuição e lógica!

- A temperatura está sumindo.
- Ufa, essa foi po porco!
- Saturno é um planeta que tem anéis. Fica no espaço sideral da via láxia.
- Os seres humanos polouem o planeta Terra. O chão, os córregos e até o céu.
- Quando a gente acampar, podemos assar marchinelo?
- Curp-cake.
- Ele falou que vai dar um estabefe.
- Isso é um espândalo!
- Gostei do mel com brócolis.
- Eu sou campeão. Você é perdidor.

Comentários interessantes:
- Arranha-céu é um edifício beeeem grande que não tem ratinho.
- Barata é um inseto sujo que até anda no cocô das pessoas. Até no cocô de outras baratas; e de abelhas e vespas.

Conversas curiosas:
- Mãe, lagartixa é um bicho sujo?
- Você já viu uma lagartixa tomando banho?
- Não... mas, mãe, você não precisa ter medo. Ela é feliz.

- Mãe, jacaré é inseto?
- Não, filho. Jacaré é um vertebrado. Um réptil.
- Eu também sou vertebrado. Tenho ossos!
- Sim, mas não é réptil.
- Não?! – de olhos arregalados – Aaah! (acho que lamentando...)

- Mãe, hoje eu tenho 5 anos?
- Não.
- Não?! (olhos arregalados). Seis?...
- Não, filho. Hoje você tem 4 anos.
- Ah, eu não quero ter 4 anos! (lágrimas pulando dos olhos)

Ainda não chegamos na fase dos porquês. A fase agora é a das perguntas:
- Mãe, o pintinho tem orelhas? E o sapo?
- A planta carnívora tem olhos?
- As larvas falam?
- A polpa da fruta é um ser vivo?

- Como desliga a ampulheta?

Ah, e também dança junto com Pat & Stanley!
https://www.youtube.com/watch?v=9lT7SNxk8DU


sexta-feira, 13 de março de 2015

6 meses (quase 7...)


Quantas novidades! Sentar-se virou hábito. O Alê permanece sentado, firme e sem apoio por bastante tempo. Se joga para a frente para alcançar algo que interessa: raramente é um brinquedo. O controle remoto da TV, o zíper da capa da almofada, a etiqueta do brinquedo, a migalha de biscoito ou pedaço minúsculo de massinha sobre o sofá... tudo isso é mesmo muito interessante!
Em questão de uma semana sentando-se firmemente, ele começou a rastejar – o que ampliou muito sua capacidade de alcançar as coisas. E quando cansa, vira-se de barriga para cima – parece descansar melhor se segurar os pés. Descansado, rola de bruços e lá vai ele rastejando atrás de alguma coisa.
O blábláblá está se diversificando e as gargalhadas são garantidas quando está com o Fer.
A agitação não cessa. Às vezes, enquanto mama, não para de mechar na estampa da minha blusa, bate os pés sobre minha perna, ou me dá uns beliscos nas costas, agita os braços, vira ao rosto para qualquer coisa que se mexe perto de nós enfim...
É tanta energia que não é raro passar um período sem cochilar ou cochilar por apenas meia hora.
Sim, às vezes adormece mamando.
Sim, às vezes dorme como anjo.
Mas muitas vezes dá todos os sinais de sono – olhos enrugados, esfrega os olhos, puxa as orelhas e os cabelos, descoordena os movimentos – e parece não se conformar com o sono que sente. Chora com raiva! Geralmente isso acontece à noite, quando o Fernando dorme pesadamente. Quando também estamos cansados e adoraríamos dormir...
E de repente, voltou a acordar 2-3 da manhã, e depois 5h.

Com o fim da licença maternidade, testei meu leite no copo e na mamadeira. Aceitou ambos, sem deixar de mamar. Em poucas semanas, testei a bombinha elétrica, a manual, e finalmente acertei a mão – como na época do Fer, acho mais confortável tirar o leite manualmente. Fiz um pequeno estoque, respeitando o limite de 15 dias de armazenamento em freezer (na época do Fer eu deixava mais... o freezer era lotado!). Antes de vencer, mesmo em férias, dava a mamadeira, para ajustar o volume adequado e para acalmar aquele choro raivoso da noite.

A fralda ainda é M.

O banho é mais divertido. Ele fica sentadinho, não reclama de receber um chuá sobre a cabeça, e joga água com as mãos e pés para todo lado.

Ah, e a grande descoberta: o Erik! Estica o braço e agarra a bochecha, puxa o bigode, orelha, rabo ou um chumaço de pelos. Olha com curiosidade, dá gritinhos, se agita, quer pegar e acha graça quando o Erik lambe seus pés. Como sempre, o Erik é muito dócil e paciente. Quando muito, dá um suspiro, mas não sai de perto.

Olho gordo nos pratos e copos. Parece sentir vontade de experimentar o que comemos e bebemos. Decidimos aguardar a orientação da pediatra. A consulta foi hoje e ela confirmou: se ele fica olhando é porque está com vontade. Deixe provar. Comece com suco (100-120 mL) como se fosse lanche da manhã. Depois que estiver bem acostumado com a novidade, ofereça fruta, como se fosse lanche da tarde.
Também começa agora (na verdade, quando completasse 6 meses, em 21 de fevereiro) a suplementação com ferro.
E sobre o sono, a pediatra disse: acordar de madrugada é hábito. Não é fome. Tente não aparecer quando ele chorar. Vou tentar!

Depois da bateria de vacinas ao completar 6 meses, uma trégua. Agora, só quando completar 1 ano, ou antes, nas campanhas.

Aos 6 meses e 22 dias...
Peso: 7230g
Altura: 69cm

Em 21/fev - 6 meses



















em 21/março - 7 meses

Calendário

O clima de festas para crianças é radiante, mas sujeito a pancadas no final no final do período!
Durante o ano, o Fernando foi desenvolvendo a noção de dias da semana e feriados.
Com o anúncio da vinda do tio Pipo, tia Kathrin e Liam ao Brasil, tentamos introduzir a noção de calendário: circulei o dia 26/11 e fomos fazendo um ‘x’ nos dias que faltavam.
- Mãe, posso fazer ‘x’ em todos os quadrados?...

Com a chegada dos tios, ele ganhou o calendário do mês de dezembro. Uma janela por dia, que escondia um bombom. Como seguimos com o condicionamento de ganhar uma guloseima se almoçar em 30-40 minutos, nem sempre ele pôde abrir a janela do dia. A curtição foi seguir a sequência dos números, lamber os dados, abrir e fechar as janelas. Ele não associou com os dias e a chegada do Natal...

Com compromissos agendados para janeiro e com a pressa em ser mais velho (mãe, hoje eu tenho 5, 6, 10 anos?), passamos o novo calendário, tentando explicar o que são os meses e fazendo anotações:
Janeiro: é o mês do aniversário do Liam. Tem consulta com a Dra. Olga, vamos ao dentista, vamos ao hotel etc.
Fevereiro: tem o Carnaval!
Março: aniversário do papai, do tio Pipo...
- Meu também?
- Não. O seu é em dezembro.
Abril: aniversário do tio Fuji, da Marina, Páscoa...até aniversário de casamento do papai e da mamãe.
- Vou fazer 5 anos?
- Ainda não.
Maio: tem o dia das mães.
- E o meu?
- Tem dia das mães, dos pais, das crianças... até das avós. E cada um tem o seu aniversário, uma vez por ano. O seu é em dezembro.
Junho: tem dia dos namorados, festa junina.
Êba!
Julho: tem férias, aniversário do tio Tuti e da tia Simone
- Férias, êeeeba! E meu aniversário também?
- Não, amor. O seu é em dezembro.
Agosto: tem aniversário da mamãe, do Alê, do Matheus, da tia Kathrin
- E o meu?
Setembro: tem o aniversário da Bia, do vovô, da vovó, de casamento do tio Tuti e tia Simone, de casamento do vovô e da vovó...
Outubro: tem o dia das crianças! E o Halloween!
- Êba! Vou ganhar presente? Guloseimas no Halloween?
- Se for um bom menino, sim.
- Mas eu sou!
Novembro: tem o aniversário da tia Martha, do Komatsu, em feriado...
Dezembro: tem o seu aniversário! E o Natal!
- Êba! – e, ao mesmo tempo, uma reclamação: ah, mas vai demorar. Só na última folha?!


Ufa, acho que ele entendeu...

Aniver do Liam. Vamos fazer festa!


Carnaval. Vamos fazer chuva de papel!
Chuva de papel!

Ih, acho que o Alê não gostou...

Aniversário do Papai. Aaaaah, eu também quero ser aniversariante! - aos prantos. Resolvemos assim: aniversário do papai e mesversário do Fer – 4 anos e 3 meses. Êba, adorei o nosso bolo que a mamãe fez.


(e a mamãe se derrete toda de ver essa carinha feliz)